Mercado inclusivo

Nunca tinha ouvido falar em audiodescrição. Até o dia em que uma amiga publicitária, Neide Cavalcanti, disse que estava se formando na segunda turma do curso de extensão de formação de audiodescritores – Imagens Que Falam do Centro de Estudos Inclusivos, que fica no Centro de Educação Inclusiva (CEI) da UFPE. A técnica é usada para pessoas com deficiência visual, com baixa visão e para os print disability, os que têm dificuldade de leitura, como analfabetos, crianças e disléxicos, por exemplo.

O coordenador do CEI, Francisco Lima, define a disciplina como uma técnica de descrição voltada aos eventos visuais, imagens, fotos, filmes, tornando-os compreensíveis a pessoas cegas, por intermédio da fala ou escrita de quem descreve tais eventos. Na propaganda, a Natura é a única empresa brasileira que faz a audiodescrição dos seus comerciais.

“A ausência de informações auditivas nas ações visuais deixa de fora grande número de consumidores, a mesma coisa acontece quando a peça tem som e não tem imagem. Daí a importância da TV, que tem som e imagem, mas não é bem explorada”, diz o professor. De acordo com Francisco Lima, no Brasil a população de pessoas com deficiência visual é de 1,2 milhão, esse número chega a 14 milhões incluindo pessoas com baixa visão, como os idosos.

Fonte: JC Online

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