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segunda-feira, 29 de março de 2010

Artigo de Romeu Sassaki na RBTV

Acesso à Informação e à Comunicação no Mundo Virtual para Todas as Pessoas

Durante séculos, a existência de pessoas com deficiência foi ignorada, desconhecida ou desconsiderada sempre que fontes como as autoridades constituídas e/ou os setores da sociedade civil: (1) aprovavam leis aplicáveis supostamente a toda a população, (2) construíam ambientes destinados supostamente a toda a população, (3) formulavam políticas públicas que beneficiariam supostamente toda a população, (4) instalavam programas e serviços utilizáveis supostamente por toda a população.

Nesses vários cenários, destaco, em função da RBTV, apenas um eixo transversal: a comunicação bilateral entre fonte e usuário. Portanto, para as fontes acima, as pessoas com deficiência não eram consideradas usuárias, nem mesmo potencialmente. A comunicação entre fonte e usuário estava bloqueada inadvertidamente ou até deliberadamente.

Entretanto, as pessoas com deficiência demandaram a acessibilidade comunicacional a partir de 1980, em termos mundiais e de início timidamente. No decorrer dos últimos 30 anos, essa demanda cresceu e se organizou, tornando-se um poder de pressão junto às autoridades constituídas e à sociedade civil com o objetivo de exigir plena acessibilidade comunicacional em todos os ambientes abertos supostamente a toda a população.

As pessoas com deficiência passaram não só a exigir essa acessibilidade, como também a oferecer conhecimentos e informações sobre os modos pelos quais o acesso comunicacional deveria e deve acontecer.

Nesse período de três décadas, surgiu e se desenvolveu o lema "Nada sobre nós, sem nós". Ele significa que nada (lei, política pública, benefício, programa, serviço, ambiente físico, transporte, tecnologia etc.) a respeito de pessoas com deficiência deverá ser feito sem a participação das próprias pessoas com deficiência em todo o processo de feitura: formulação, discussão, definição, aprovação, implementação, monitoramento, avaliação e reformulação.

Baixe a íntegra deste artigo originalmente publicado na Revista Brasileira de Tradução Visual.

1 comentários:

Anônimo disse...

Romeu ,meu nome e tiago enho 28 anos fiquei paraplegico apos os 8 anos de idade deviso a um verme chamado esquistosomose fiz tratamento em varios hospitais incluindo o sarah onde ouvir falar sobre o cvi passei então a pesquisar sua filosofia e me apaixonei, hoje desejo abrir um cvi em minha cidade que cahama Ipiau e fica no interioda bahia possui 60 mil habitantes e tem enomes poblemos envolvendo PCDs e precisamos de umna intituição como essas caracteristicas para parti na luta a favor dos PCDs daqui, ja estmos com tudo pronto estatuto baseado no estatuto do cvi salvador e equipe ja estamos nos reunindo e so precisamos do apoio de voces para entrarmos em ação por favor não podemos perder mas tempo nos ajude obrigado aguardo resposta meu e-mail e ( tiago.swing@hotmail.com ) e telefone (73)8122-8476

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