Homenagem ao dia dos pais: por Jorge Márcio P. de Andrade

Existem Pais diferentes ou diversos Pais?

Em busca da paternidade diferenciada


A paternidade é uma descoberta permanente. Houve uma filosofia pré-feminismo, de Simone de Beauvoir, que também pode ser aplicada aos homens: assim como não se nasce mulher, não se nasce pai, torna-se. Tenho a certeza disso, cada dia mais, cada vez mais.

Eu posso afirmar que se há mulheres que ainda não compreenderam o mito do amor materno, também há milhares de pessoas e homens que ainda não compreendem o chamado mito do amor paterno. Nós, os homens, os machos, não nascemos com "instinto paterno", assim como é uma construção ideológica e ideal sobre as mulheres o tal "instinto materno". Uma outra francesa, Elisabeth Badinter, já demoliu o das mães, mas ainda falta uma outra demolição mitológica.

Dedico com amor este texto aos meus filhos, assim como a todos filhos e filhas que nascem nesse momento, desejando-lhes um utópico dia dos Pais: sem violências, sem dores incuráveis, sem misérias, sem pobreza ultrajante, .…

Portanto, tornar-se um pai, e ainda afirmar direitos humanos para nossos filhos e filhas, é manter acesa essa chama utópica, ética, ecosófica, bioética e amorosa de um outro mundo possível.

FELIZ DIA DOS PAIS na diferença e na diversidade.

Leiam texto na íntegra no DEFNET

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