Tenho carta branca para gastar, diz secretária da Pessoa com Deficiência de SP

Muitas pessoas ainda não se deram conta de que, além da necessidade dos recursos da audiodescrição, legendagem e interpretação em LIBRAS para pessoas com deficiências sensoriais e intelectuais, o sistema de televisão digital muito em breve também apresentará outro grave problema de acessibilidade, inclusive para pessoas com deficiência física.
Trata-se das aplicações interativas que, assim como já acontece hoje na Internet, impossibilitará milhões de brasileiros com deficiência de usufruirem da infinidade de recursos e serviços que estarão disponíveis por meio da televisão digital.
Além desse convênio do governo do estado de São Paulo com o LSI, já passou, e muito, da hora do governo federal, especialmente os mimistérios da ciência e tecnologia e das comunicações, também usarem o conhecimento em televisão digital e acessibilidade do CPqD para o desenvolvimento das ajudas técnicas necessárias para que a interatividade na televisão não se transforme em mais uma barreira para as pessoas com deficiência.

foto da secretária Linamara Rizzo Battistella

Linamara Rizzo Battistella diz que sua pasta não será afetada pela redução de custo no orçamento do estado, anunciada recentemente por Geraldo Alckmin

Apesar de o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ter anunciado o contingenciamento de R$ 1,5 bilhão no Orçamento do Estado, a secretária Linamara Rizzo Battistella, da Pessoa com Deficiência, diz que sua pasta não será afetada, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na edição desta terça-feira da Folha.

"Tenho carta branca para gastar." A prioridade serão projetos de "inclusão pela educação". A secretaria não está na lista do governo de pastas -Educação, Saúde, Segurança e Desenvolvimento Social- que ficariam de fora da contenção.

Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente, diz que "ainda é cedo para dizer como a pasta será afetada pelo contingenciamento". O da Agricultura, João Sampaio, diz que "a definição sobre cortes está concentrada na Secretaria do Planejamento". Andrea Matarazzo, secretário da Cultura, considera as medidas "normais para todo começo de governo".

Fonte: Rede SACI



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