O ambiente em que estão os personagens, as roupas e os gestos, tudo é descrito por uma voz ao pé do ouvido.
Eles chegam meio apreensivos, mas curiosos. Aos poucos começam a tatear a novidade. Com um fone no ouvido, o que era tão distante vira um presente.
É muito mais que um momento de lazer. Muitas dessas pessoas estão pela primeira vez em uma sala de cinema. As luzes se apagam, o filme começa e é por um aparelho que eles vão ouvir, ver e sentir também cada cena e cada detalhe.
O ambiente em que estão os personagens, as roupas e os gestos, tudo é descrito por uma voz ao pé do ouvido. Na telona, é exibido o filme "Pra frente Brasil", dos anos 1980.
A professora Maria Zago fecha os olhos e mergulha na história sobre a ditadura militar. "Teve até uma parte em que uma mulher estava calçando a bota, acontecendo realmente. É como se você tivesse sonhando", comenta a professora Maria Zago.
O sonho deles é o do acesso e da oportunidade, e do não preconceito. A sala de cinema lotada é uma boa lição: por que pensar em limites quando se tem imaginação?
Ative o vídeo no plug-in ou acesspa clicando neste link acessível para usuários de programas leitores de telas.
Fonte: Bom Dia Brasil





2 comentários:
Sem querer fazer o papel de advogado do diabo, há uma reportagem da própria rede globo, onde o termo audiodescrição e falado.
Link: http://www.youtube.com/watch?v=lf2hL2G-VF4
Na minha opinião, mais cedo ou mais tarde, as emissoras não terão o que fazer para ocultar, ou fazer de conta que a audiodescrição não existe.
Elas simplesmente terão que cumprir as leis que obrigam tal recuso em seus programas televisivos
escrevi para a tv globo criticando a matéria. uma emissora que vive se jactando de promover a inclusão, não pode evitar o termo audiodescrição e, muito menos, tratar do recurso como uma excentricidade. mais respeito com quem consome e produz cultura e entretenimento inclusivos no nosso país.
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