Deficientes visuais vivenciarão o Carnaval de SP

Neste ano, 45 deficientes visuais, por meio de sorteio, vivenciarão o desfile de três escolas de samba – Rosas de Ouro, Mocidade Alegre e Camisa Verde Branco – no carnaval de São Paulo.

Trata-se do projeto “Só não vê quem não quer”, parceria do Complexo Educacional FMU, Prefeitura de São Paulo, SPTuris e Fundação Dorina Nowill. "É a sensibilidade com a criatividade. Abrir os olhos em função dos portadores de deficiência", disse Caio Luiz de Carvalho, presidente da SP Turis.

Alunos dos cursos de Arquitetura e Moda da FMU confeccionaram maquetes táteis de carros alegóricos e miniaturas das roupas e fantasias para os participantes que, durante o evento, acompanharão os desfiles acomodados em um camarote com recursos próprios para acessibilidade. Antes do início das apresentações das escolas, os deficientes ganharão um CD de audiodescrição com detalhes do evento. "Fiquei muito feliz com o projeto todo. Vou desfrutar desse carnaval acessível, que é o primeiro de outros carnavais acessíveis", disse Maria Regina Marques Lopes, deficiente visual e assistente social da Fundação Dorina Nowill.

A atual campeã do carnaval de São Paulo, Rosas de Ouro, já possui o projeto “Samba se aprende na escola”, que há 16 anos realiza um trabalho com deficientes visuais, cadeirantes e pessoas com síndrome de down. "Os deficientes da Rosas já participam do carnaval desfilando e nos bastidores, mas se inscreveram para o sorteio porque também querem assistir", explicou Vanessa Dias, diretora social da escola.

As inscrições para os interessados poderão ser realizadas até a próxima sexta-feira, por meio da Fundação Dorina Nowill. Mais informações (11) 5087-0999.

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Fonte: Panrotas

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