Semana de Fonoaudiologia da UNICAMP terá palestra sobre audiodescrição

Temos mais uma palestrante confirmada: Lívia Maria Villela de Mello Motta, tem mestrado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo com foco na formação reflexiva de professores de inglês. Doutorado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo com trabalho sobre o ensino-aprendizagem de inglês para alunos cegos e com baixa visão. Tem experiência na área de formação de professores e coordenadores, atuando principalmente com os seguintes temas: ensino-aprendizagem, ensino-aprendizagem de inglês, inclusão escolar, inclusão cultural e inclusão no mercado de trabalho de pessoas com deficiência. Trabalha no Instituto Paradigma como consultora na área de inclusão educacional, econômica e cultural. Foi responsável pela preparação dos audiodescritores da primeira peça brasileira com audiodescrição no Brasil – repare em quão importante são os profissionais que se propõem a falar sobre seu trabalho na nossa semana de fonoaudiologia!

Mas afinal, o que é essa palavra "estranha"?

O primeiro intuito, além de procurar no dicionário, é separar a palavra e tentar adivinhar seu significado, então seria semelhante a algo descrito para ouvir. E é isso mesmo:

"audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que as pessoas com deficiência visual possam assistir e entender melhor filmes, peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas e outros, ouvindo o que pode ser visto. É a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, o que abre muitas janelas para o mundo para as pessoas com deficiência visual. Com este recurso, é possível conhecer cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão, cinema, teatro, museus e exposições."www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1210

Pense como esse trabalho é importante e significativo para todos aqueles que possuem deficiência visual, alguns eram perspicazes o suficiente para perguntar sobre o que assistiam, ou melhor, o que escutavam na TV, cinema, teatro, pedindo que descrevessem o que acontecia. Entretanto nem sempre esse trabalho era feito com sucesso, portanto a necessidade de pessoas especializadas para realização e implantação desse feito. Mais um passo em direção ao progresso e a inclusão.

Para saber mais sobre audiodescrição compareça a IX SEMAFON!

Comissão 2011

Fonte: Semafon

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