Malefícios da dublagem: para quem?

Na última sexta-feira, O Planeta dos Macacos: A Origem chegou aos cinemas brasileiros com um anúncio preocupante feito pela Fox: o filme seria lançado com mais cópias dubladas do que legendadas em nossas salas. Reparem que estamos falando de um longa com classificação indicativa "12 anos" e que, portanto, esta decisão nada tem a ver com o conceito de torná-lo "acessível" aos espectadores mais jovens. Não, a ideia era atender a um público adulto que rechaça legendas – não por problemas físicos (falarei disto adiante), mas por simples preguiça de ler. Sim, os defensores da dublagem usam argumentos dos mais diversos (que contestarei abaixo), mas, no fundo, a questão é uma só: preferem a comodidade de assistir a um filme que não os obrigue a praticar o que aprenderam na alfabetização. Afinal, se já fugiram das bibliotecas, por que deveriam ser encurralados por letras nas salas de cinema?

Gravatá recebe Oficinas de Inclusão e Acessibilidade

Em parceria inédita entre a FUNDARPE e a Prefeitura de Gravatá, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), trouxe para o município os facilitadores , voluntários, que são articulados por sua equipe ‘responsável’ pela realização das Oficinas de Inclusão e Acessibilidade, em Gravatá. As Oficinas vão até quarta-feira, dia 31, nos principais prédios públicos do município.

O Ônus da Audiodescrição: depoimento de uma mãe

Nota do Blog: depoimento de Rosangela Gera durante a realização do seminário "Avaliação dos Primeiros 45 Dias da Audiodescrição na TV"

Boa Tarde a todos,

Eu fui pega de surpresa com o Projeto de Lei – a Lei Laurinha pelo livro acessivel – anunciado pela deputada Rosinha e espero que a Laura traga sorte para sua aprovação por que a luta pelo livro acessivel já vem sendo travada por muita gente antes de nós.

Apesar de não ter procuração para falar em nome dos pais e mães das crianças cegas do Brasil, tenho certeza de que aprovariam minha fala.