Assim Vivemos 2011 – agora em Brasília

A 5ª edição do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência surge, mais uma vez, com a proposta de quebrar preconceitos e lutar pela inclusão social das pessoas com deficiência por meio da arte. Serão exibidos 28 filmes de 12 países com abordagens e estéticas variadas, curtas, médias e longas-metragens nas categorias ficção e documentário, todos com o tema da inclusão.

Imagem desfocada de bonequinhos de papel recortados de mãos dadas, na cor laranja, sobre fundo verde limão

Assim Vivemos 2011 – Festival Internacional de Filmes Sobre Pessoas Com Deficiência

A inclusão não está apenas no enredo dos filmes. Desde a primeira edição, o festival oferece a audiodescrição para pessoas com deficiência visual, feita por dois atores em todas as sessões, transmitida para fones de ouvidos disponibilizados para o público. Há versões dos catálogos em Braille. Em todos os filmes são inseridas legendas closed caption, sistema que inclui informações extra-diálogos (para o público de pessoas com deficiência auditiva). E nos debates, temos intérpretes de LIBRAS, para que as pessoas surdas também possam participar.

"Os filmes selecionados mostram os personagens de uma maneira positiva, com ênfase nas vitórias de cada personagem, mas sem fugir das complexidades e dos conflitos comuns a todo o ser humano", afirma a diretora do Assim Vivemos, Lara Pozzobon.

Entre os filmes que compõem a programação deste ano, destacam-se o americano Incluindo Samuel coloca em foco a educação inclusiva; Quando Brilha um Raio de Luz, do Irã, mostra a bela relação de companheirismo entre duas irmãs; Downtown, da Polônia, acompanha a realização de um ensaio fotográfico com jovens com síndrome de Down; e O Tempo de Suas Vidas, do Reino Unido, coloca em perspectiva as deficiências incontornáveis da terceira idade, apresentando um surpreendente grupo de mulheres inglesas octogenárias e nonagenárias, que contam histórias sobre seu passado.

Entre os brasileiros, destaque para Aloha, da diretora Paula Maia dos Santos, curta realizado em 2010 sobre o tema do surf como um esporte de inclusão; e Dois Mundos, de Thereza Jessouroun, sobre surdos com implantes cocleares.

Fonte: Candango

Mais sobre audiodescrição
O Cine às Escuras: Mostra Erótica de Cinema Acessível realiza sua segunda edição nos dias
Um festival que pretende devolver aos mágicos as “luzes da ribalta”, promovendo um encontro entre
Produtores e realizadores já podem inscrever seus curtas-metragens com audiodescrição para concorrer no IV VerOuvindo


Mais sobre audiodescrição
O Cine às Escuras: Mostra Erótica de Cinema Acessível realiza sua segunda edição nos dias
Um festival que pretende devolver aos mágicos as “luzes da ribalta”, promovendo um encontro entre
Produtores e realizadores já podem inscrever seus curtas-metragens com audiodescrição para concorrer no IV VerOuvindo