Lívia Motta descreve a apresentação do Ballet de Cegos com audiodescrição

Conheci também a pequena Giovana e sua mãe Annie, jovem energética, cheia de planos inclusivos que quer levar para a distante Imperatriz, no Maranhão. Giovana tem oito anos e nunca havia assistido nenhum espetáculo ou filme com audiodescrição.

A timidez que percebi nela no início do espetáculo desapareceu quando ela veio, animada, até a cabine no final do espetáculo. Giovana estava feliz, entusiasmada com a dança. Disse que amou o espetáculo, que quer ser bailarina e dançou passos da dança ouvida e compreendida pela audiodescrição.

Para um audiodescritor, esse é um momento mágico que enfatiza a importância do recurso, que nos mostra claramente a necessidade de expandir o seu uso para que mais pessoas com deficiência visual tenham acesso a espetáculos de todos os tipos, ao universo imagético, às coisas do mundo.

Obrigada, Giovana, por seu depoimento lindo e contundente, pelo seu show improvisado de dança e canto com o qual você nos brindou. Giovana é fã de Luan Santana e cantou que só ela uma música inteirinha dele.

Este é um trecho do emocionado depoimento de Lívia Motta a respeito do "Ballet de Cegos de Fernanda Bianchinni" que, pela primeira vez, foi apresentado com o recurso da audiodescrição.

Leia o depoimento completo no blog Ver Com Palavras

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