DIMUS promove encontro sobre acessibilidade nos museus

Na próxima quarta-feira, 23 de novembro, a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) dá inicio ao ciclo de encontros "Museus e Prosa" com um debate sobre o tema "A acessibilidade universal nos museus". A atividade acontece no auditório do Conselho Estadual de Cultura da Bahia, das 14h às 18h, e tem como principal objetivo o desenvolvimento de projetos e programas que contribuam para a democratização do acesso aos museus vinculados à DIMUS a partir de um diálogo com diversos setores da sociedade. O evento é aberto ao público em geral.

"Temos consciência de que tornar os nossos espaços acessíveis a todos os tipos de público é uma demanda urgente. Por isso, estamos dando prioridade a esta questão. Nesse sentido, a realização do encontro é fundamental porque as discussões fornecerão subsídios para o enriquecimento da política setorial que estamos propondo para os museus do estado, em destaque o eixo programático Democratização e Acesso", explica a assessora da DIMUS, Ana Liberato.

A programação do evento inclui palestras de Márcia Moreno, coordenadora do Memorial da Cultura Cearense, localizado no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, e de Patrícia Magris, coordenadora do Núcleo de Educação Especial da Uneb (Nede), que abordarão os temas "Inclusão e acessibilidade" e "Acessibilidade universal". Além das duas convidadas, a diretora de Museus do IPAC, Maria Célia T. Moura Santos, apresentará a proposta de Política Setorial para os Museus do Estado da Bahia.

Entre o final do mês de outubro e meados deste mês, a DIMUS realizou reuniões individuais com seis instituições voltadas a distintos públicos: Coordenadoria de Atenção e Promoção à Saúde (COAPS), unidade responsável pelos Centros de Atenção Psicossocial de Salvador; Associação para Inclusão à Comunicação, Cultura e Arte (ARCCA), que atua na defesa da cidadania de pessoas com deficiência; Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF); Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Salvador (APAE); Associação Brasileira dos Clubes da Melhor Idade – Bahia (ABCMI) e Associação de Pais e Amigos de Deficientes Auditivos (APADA).

Durante as reuniões, foram sinalizados alguns pontos que impactam na visitação aos museus, tais como o uso de rampas móveis, elevadores e pista tátil, a qualificação dos mediadores para atender pessoas com deficiência (o que inclui treinamento para audiodescrição e linguagem de libras), a elaboração de catálogos em braille e a criação de mostras que estimulem o tato e o olfato.

Fonte: Dimus Bahia

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