Os Inocentes reestréia com audiodescrição e lingua de sinais

"Os Inocentes", projeto teatral do Brecha Coletivo, tem como ponto de partida o livro "The Holy Innocents", de Gilbert Adair, que em 2003 transformou-se em roteiro cinematográfico a pedido de Bernardo Bertolucci (que pouco tempo depois levaria às telas "Os Sonhadores", longa indicado ao Goya de melhor filme europeu no mesmo ano e uma das maiores bilheterias de 2003 em todo o mundo).

Liza Fávero em Os Inocentes

OS INOCENTES | BRECHA COLETIVO + CONVIDADOS
11 A 27 NOV | SEX A DOM | 20H

Escrito pelos autores contemporâneos Rodrigo Nogueira (indicado aos últimos prêmios Shell e APTR por "Play") e Julia Spadaccini, com supervisão artística do ator Fernando Eiras (prêmios Shell e APTR de melhor ator por "In on It") e direção de César Augusto (Cia dos Atores) e Fernanda Félix, "Os Inocentes" é resultado de intercâmbio iniciado em residência realizada há dois anos na sede da Cia Dos Atores.

O espetáculo parece se passar em tempo e local suspensos, mas não se espante se, ao ver o espetáculo, Paris e o ano de 1968 vierem à sua cabeça. "Os Inocentes", "The Holly Innocents" e "Os Sonhadores" tem muita coisa em comum. As três obras evocam, direta ou indiretamente, os tumultuados cenários políticos do maio francês como pano de fundo para a história de três jovens que têm em comum a paixão por cinema.

Em uma verdadeira homenagem à sétima arte (incluindo citações que deliciarão os cinéfilos de plantão), o triângulo vivido no espetáculo por Lisa Fávero, Michel Blois e Patrick Sampaio cria suas próprias regras, vive experiências com suas emoções e sexualidade, e se arrisca em jogos psicológicos cada vez mais perigosos.

No teatro Glauce Rocha, "Os Inocentes" fará três apresentações com audiodescrição e libras, garantindo acessibilidade aos deficientes visuais e auditivos.

"Os Inocentes" estreou dia 2 de julho, no Espaço Sesc, em Copacabana, onde ficou em cartaz até o dia 25 do mesmo mês, em 14 apresentações, com enorme sucesso de público, obtendo a lotação do teatro com dias de antecedência em todas as sessões. Foram, ainda, realizadas duas sessões extras para atender a demanda do público. Em seguida, cumpriu temporada no Teatro Glaucio Gill no mês de agosto do mesmo ano, repetindo o sucesso de público da primeira temporada. Foi convidada para fazer parte da programação de abertura do Galpão Gamboa, da Pequena Central de Marco Nanini. Este ano, a peça voltou ao circuito com uma passagem pelo Teatro Oi Brasília. Fonte: Projeto Junto

Mais sobre audiodescrição
A partir deste sábado, 5, estarão abertas as inscrições para a quinta edição do Programa
Paradinha Cerebral faz parte do Circuito Cultural Cidade Olímpica. A peça foi um dos projetos
Atualmente, é possível acomodar em um mesmo espetáculo um público de surdos, que acompanha uma


Mais sobre audiodescrição
A partir deste sábado, 5, estarão abertas as inscrições para a quinta edição do Programa
Paradinha Cerebral faz parte do Circuito Cultural Cidade Olímpica. A peça foi um dos projetos
Atualmente, é possível acomodar em um mesmo espetáculo um público de surdos, que acompanha uma