Seminário discutiu desafios e aplicabilidade da audiodescrição

Dando continuidade ao projeto Leitura de Olhos fechados – A imagem traduzida em palavras, aconteceram mais duas mesas redondas no auditório Glauber Rocha da UESB na manhã desta quinta-feira, 17.

A primeira teve como tema "Audiodescrição – o desafio de formar profissionais" e teve como palestrantes Renata Mascarenhas, Doutora em Letras e Linguística pela UFBA, Renato Maia, Doutorando em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, José Arcanjo, Presidente da Associação Conquistense de Integração do Deficiente/ACIDE e Rozilda Magalhães, Coordenadora do Núcleo de Inclusão e Acessibilidade.

Segundo Renata Mascarenhas, que atua principalmente em tradução audiovisual, audiodescrição, tradução intersemiótica e acessibilidade, a audiodescrição é uma área muito nova, então a cada dia se aprende mais um pouco. "Quando falamos de formações de audiodescritores, nós falamos de grandes desafios, tanto na perspectiva de quem vai elaborar esse roteiro como de quem vai receber e é isso que vamos discutir hoje", comenta Renata.

Já a segunda mesa redonda discutiu "Comunicação e Acessibilidade – a audiodescrição e suas aplicabilidades" e contou com a presença de Flávia Mayer, Doutoranda em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Deise Mônica Medina, Mestre em Letras e Linguística pela Universidade Federal da Bahia, Patrícia Silva de Jesus, Especialista em Educação Especial e Dannilo Duarte, Coordenador do Curso de Comunicação – UESB/Conquista.

A Vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa TRAMAD (Tradução, Mídia e Audiodescrição) da UFBA, que estuda modelos de audiodescrição e legendagem junto ao público deficiente visual e auditivo Mônica, afirma que o Projeto Leitura de Olhos Fechados é um evento de extrema importância não só no Brasil, mas também fora dele, porque é preciso disseminar essa cultura da audiodescrição que é de extrema importância para o público com deficiência visual. "Antigamente eles ficavam à margem de produções culturais e agora podem participar graças a audiodescrição, ficando em igualdade com os videntes. Esse evento surge para conscientizar as pessoas dessa importância da audiodescrição, que é utilizada não só no cinema, mas no teatro, espetáculos de danças e visitas a museus", conta Mônica.

Fonte: Sua Cidade

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