Cinema e Argumento entrevista a audiodescritora Márcia Cáspary

Acho que eu estaria perdido se não pudesse mais ver filmes. Imagine perder a visão – ou nascer sem ela – e ser privado de ir ao cinema, de ver um filme em casa. No Brasil, 11,8 milhões de pessoas têm deficiência visual, e 160 mil delas possuem incapacidade total de enxergar. Com isso, vem à tona uma realidade que poucos conhecem: afinal, onde está o cinema para as pessoas com deficiência visual? Onde elas podem contar com acessibilidade? Infelizmente, em pouquíssimos lugares. Por outro lado, a luta para resolver esses questionamentos nunca termina. E uma grande guerreira dessa jornada é a gaúcha Marcia Caspary, audiodescritora que já marcou presença em grandes eventos como o Festival de Cinema de Gramado, onde foi uma das responsáveis por levar a acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual.

O caráter rebelde da audiodescrição brasileira. Será?

No presente artigo, intitulado O caráter rebelde da audiodescrição brasileira, são apresentadas algumas lições que os primeiros formadores de áudio-descritores registraram ao promoverem o treinamento de áudio-descritores no seu país e ao difundirem a áudio-descrição em outros continentes.

A urgência dos estudos brasileiros sobre audiodescrição

Procurou-se neste artigo traçar um panorama dos estudos brasileiros sobre a audiodescrição. Um panorama que abrangesse um pouco da sua história, em outros países e especialmente no Brasil, e que apresentasse suas diferentes modalidades, em função dos diferentes tipos de evento ou de produto em que é usada.

Intercâmbilo alavanca pesquisas brasileiras sobre audiodescrição

O convênio do Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada – PosLA (UECE) com o Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem – POSLIN (UFMG), através do PQI/CAPES, foi iniciado em 2002, com os seguintes objetivos: qualificar os professores do Curso de Letras da UECE; estabelecer intercâmbio entre grupos de pesquisa das duas instituições, visando ao fortalecimento do PosLA em suas várias atuações. O convênio foi finalizado em 2008. A parceria entre UECE e UFMG foi muito frutífera porque uniu a experiência da UFMG com pesquisa experimental em tradução e da UECE com a tradução audiovisual.

Menu acessível para DVD: como construir

Este trabalho tem como objetivo descrever o passo a passo da construção de um menu acessível de DVD que permite ao deficiente visual navegar pelo menu de forma independente.

Teatro com audiodescrição na Feira do Livro de Porto Alegre

O Grupo Ueba – Produtos Notáveis faz parte da programação cultural da maior feira do livro a céu aberto nas Américas. A trupe foi convidada a realizar doze apresentações durante a 58ª Feira do Livro de Porto Alegre, que inicia em 26 de outubro.

Grupo adapta O Mágico de Óz para cegos

O grupo de teatro de uma academia de Sorocaba (SP) apresentou nesta sexta-feira (26) uma adaptação da peça "O Mágico de Oz", do projeto "O Teatro e o Deficiente Visual – Um toque apenas". A iniciativa é da Associação Sorocabana de Atividades para os Deficientes Visuais (ASAC).

Não me toque, estou cheia de lágrimas

Pela primeira vez, a Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul abre as portas para a dança. O espetáculo Não me toque estou cheia de lágrimas – Sensações de Clarice Lispector vai acontecer em três salas distintas da instituição, fazendo com que o público percorra junto com a bailarina os três atos da obra.