A transversalidade da audiodescrição

Quando se fala sobre inclusão social, seja esta física, intelectual, auditiva, visual ou múltipla, nos deparamos com a questão da acessibilidade. Segundo a Portaria nº 310 de 27 de julho de 2006, acessibilidade é a condição para utilização, com segurança e autonomia, dos serviços, dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoas com deficiências auditiva, visual ou intelectual. A transversalidade da audiodescrição é um desses fatores que deve ser considerado.

Hanson (1995) considera acessibilidade como o tópico central de uma medida de qualidade de vida. Para favorecer a inclusão social o governo Federal lança medidas voltadas para a acessibilidade arquitetônica, atitudinal, comunicacional, instrumental, metodológica, pragmática, tecnológica, técnica e audiodescritiva. Essas medidas intervêm diretamente na escola, uma vez que, a escola é responsável por tornar cidadãos conscientes e agentes do seu meio, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais.

Leia o artigo completo de Edilene Rodrigues Barbosa.

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