Blitz Sensorial – Cidade da Criança

Nau à deriva| Dia 26/3 descobrimos que a Cidade da Criança está mais decadente do que parece. Com brinquedos sucateados e atrações fechadas, está mais para Cidade Perdida.

foto 1

foto 2

foto 3

foto 4

Crédito das fotos: Robson Fernandjes/Estadão

Avaliação das famílias

Nanci/Ian: Falta o mínimo de segurança. O prometido submarino não abriu, asssim como outros brinquedos. Os funcionários pareciam que estavam fazendo um favor. Se o parque abre às 9h, os brinquedos supostamente já deveriam estar limpos neste horário.

Cleide/Emily: Esse local foi o que mais deixou a desejar. O acesso para cadeirante até que é razoavél, agora em se tratando de brinquedo é uma precariedade total, começando pela má vontade dos funcionários, da falta de cuidados com as crianças e os brinquedos em péssimo estado. Ah, não poderia deixar de falar dos brinquedos quebrados, em manutenção ou a equipe de limpeza limpando em plena 1h da tarde, sendo que o parque abre às 9h. Não teve ninguém para nos instruir, nenhuma placa advertindo "cuidado". O banheiro normal estava em boas condições, já o banheiro de deficiente, senhor amado esse nem sei se pode se chamar de banheiro, o vaso estava solto, sujo de barro, sem papel higiênico e sem água. Já o fraldário me surpreeendeu, era um espaço enorme, todo desenhado, super limpo, com cadeiras e para minha surpresa uma maca de verdade, com colchão e forrado com plástico, torneira próxima para lavar as mãos, tudo perfeito. As crianças aproveitaram tudo, claro são crianças e não se preocupam com nada, mas nós pais temos que avaliar a questão da segurança, e é claro que essa palavra não existe lá.

Priscila/Wagner: Houveram momentos bem legais, brinquedos que realmente nos divertimos, mas os funcionários realmente deixaram a desejar. Caras amarradas, em alguns brinquedos chegaram a ser grossos, mas gostaria de dar um 10 a dois funcionários: o senhor José, do avião; e o Richard, da cama elástica. Foram super educados e simpáticos. Agora a opinião do Wagner: ele gostou demais de alguns brinquedos, que valeram muitos gritos e risadas; montanha russa, um brinquedo que rodava e subia muito alto, carro bate-bate, trem, cama elástica, dinossauro, barco Viking, enfim ele disse que gostou muito. Em relação a acessibilidade, só posso dar zero, porque não tinha nada em libras.

Cidade da Criança. R. Tasman, 301, São Bernardo do Campo, 4330-9080. 9h/17h (fecha 2ª). R$ 35, o passaporte.

por Fernanda Araujo

Fonte: Caderno Divirta-se – O Estado de São Paulo

Mais sobre audiodescrição
Foi uma experiência em que todos enxergaram. Na tarde deste sábado, pessoas com e sem
João, Sabrina e Maristela nunca viajaram de avião. Além desse traço em comum, eles são
Inclusão. Esta é a palavra-chave num novo segmento de roteiros rodoviários que a Fresp (Federação


Mais sobre audiodescrição
Foi uma experiência em que todos enxergaram. Na tarde deste sábado, pessoas com e sem
João, Sabrina e Maristela nunca viajaram de avião. Além desse traço em comum, eles são
Inclusão. Esta é a palavra-chave num novo segmento de roteiros rodoviários que a Fresp (Federação