Dança, teatro, performance e audiodescrição no Palco Giratório

O grupo Dimenti (BA) fala sobre a criação em dança de maneira bem humorada no espetáculo Tombé. Os artistas participam do Festival Palco Giratório (promovido pelo Sesc até o dia 31 de maio) e se apresentam nesta sexta-feira (24/5), às 20h, no Teatro Apolo, com este trabalho. O Dimenti mostrou este espetáculo na capital pernambucana em 2009, durante o 14º Festival Internacional de Dança do Recife, quando provocou muitas risadas na plateia.

Tentativas de definir o que é a dança contemporânea, expressões que se pode ouvir nas aulas de dança e teatro e até mesmo a hora do debate após a apresentação fazem parte do conjunto de referências da companhia – de uma maneira que, mesmo quem não é muito próximo do universo da dança pode se identificar: "Você já tentou entender o sentido das coisas? Você já teve que inventar alguma teoria? Você já teve longas DR com colegas de trabalho? Você já teve um chefe? Você já participou de dinâmicas de grupo? Você já perdeu o controle? Você já dançou alguma vez na vida? Este espetáculo é para você", apresenta a companhia.

Outra atração do Palco Giratório é o Grupo Peleja, que mostra Gaiola de moscas nesta sexta-feira (24/5), às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho (com audiodescrição e tradução para Libras). O espetáculo é uma adaptação do conto homônimo do escritor Mia Couto (Moçambique). Depois desta apresentação, o grupo participa da Virada Cultural Paulista, que continua no interior de São Paulo, com Guarda sonhos – em Diadema, sábado (25/5) – e Tu sois de onde? – em Araraquara, domingo (26/5).

O público que for assistir ao Dimenti pode aproveitar para conferir outra atração no espaço entre os teatros Apolo e Hermilo Borba Filho. Sexta-feira (24/5), às 19h, o Coletivo Lugar Comum mostra no local os solos Pé de saudade e OSSevaO (também haverá audiodescrição e tradução em Libras).

A programação da noite termina com a Cena Bacante. Serão mostrados no Centro de Articulação de Saberes Artísticos (Casa) a cena A visita, do Coletivo Passarinho, e o exercício teatral Sereia, de Marcondes Lima. Mas as apresentações continuam no fim de semana. Uma das atrações é a Trupe de Truões (MG), com o espetáculo infantojuvenil Simbá, o marujo, encenado sábado e domingo (25 e 26/5), às 16h, no Teatro Marco Camarotti. O grupo trabalha com teatro de objetos e de sombras e também com acrobacias para contar as aventuras de Simbá pelo mar, onde o personagem encontra reinos fantásticos e monstros.

Também no sábado e domingo (25 e 26/5), o festival promove a apresentação de uma peça pernambucana criada com texto de Nelson Rodrigues. Às 20h, no Teatro Barreto Júnior, começa a sessão de O beijo no asfalto, dirigido por Cláudio Lira. Em seguida, ele, o diretor João Denys e a jornalista Mônica Silveira participam de um debate sobre a obra.

No Teatro Capiba, domingo (26/5), às 20h, será encenada outra produção pernambucana. O Coletivo Passarinho interpreta um texto de Luiz Felipe Botelho em Sacos vermelhos.

Fonte: Jornal do Comércio

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