Segundo curso de formação de áudio-descritores em Alagoas

A primeira edição do Curso de Formação de Áudio-Descritores em Alagoas foi um sucesso. Nova oportunidade. Para atender a grande demanda de profissionais que desejam se capacitar na tradução visual, a Embracei e o IGI promoverão, de 9 a 12 de novembro de 2015, das 18h às 22h, no Salão de eventos do Hotel Ponta Verde, a 2ª edição do curso Imagens que Falam em Alagoas. A formação, que é uma iniciação à profissão de tradutor visual e de consultor em Áudio-Descrição, será ministrada pelo Professor Dr. Francisco Lima, com a participação da Professora de Língua Portuguesa e de Linguística, Dra. Rosângela Lima e da Professora de Educação Inclusiva e de Libras Esp. Patrícia Pordeus.

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Joel Snyder ministrará curso de áudio-descrição em Alagoas

Pela primeira vez no nordeste brasileiro, o internacionalmente renomado Ph.D. em Áudio-descrição, Joel Snyder ministrará o Curso de Formação de Áudio-Descritores e de consultores em áudio-descrição. O curso da AUDIO DESCRIPTION ASSOCIATES ocorrerá, de 9 a 11 de novembro de 2015, das 9h às 17h, na sala de eventos do Hotel Ponta Verde, em Maceió/AL.

O curso de formação em áudio-descrição a ser ministrado pelo áudio-descritor e Professor Dr. Joel Snyder destina-se aos profissionais e estudantes da tradução visual, áudio-descritores e consultores em Áudio-descrição de todo o Brasil e contará com a tradução simultânea realizada pela tradutora e intérprete, áudio-descritora, Andréa Garbelotti.

Metodologia

O curso de formação de áudio-descritores e de consultores em áudio-descrição da AUDIO DESCRIPTION ASSOCIATES será de 24 horas de aulas teóricas e práticas presenciais.

Responsabilidade legal

Nos termos da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência da Organização das Nações Unidas (Decreto n.º 6.949/09), da Lei Brasileira da Inclusão (Lei n.º 13.146/2015), o Brasil tem o dever de promover a acessibilidade à comunicação para as pessoas com deficiência.

Decreto n.º 6949/2009:
1.Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência de participar na vida cultural, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e tomarão todas as medidas apropriadas para que as pessoas com deficiência possam:
a) Ter acesso a bens culturais em formatos acessíveis;
b) Ter acesso a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais, em formatos acessíveis; e
c) Ter acesso a locais que ofereçam serviços ou eventos culturais, tais como teatros, museus, cinemas, bibliotecas e serviços turísticos e tanto quanto possível, ter acesso a monumentos e locais de importância cultural nacional.

Diz a Lei 13.146/2015, em seu art. 70, que as instituições promotoras de congressos, seminários, oficinas e demais eventos de natureza científico-cultural devem oferecer à pessoa com deficiência, no mínimo, subtitulação por meio de legenda oculta; janela com intérprete da Libras e áudio-descrição.

Estará assegurado aos alunos com deficiência física ou com mobilidade reduzida o acesso ao ambiente físico das aulas e será reservado o mínimo de 20% das vagas às pessoas com deficiência, na forma da lei.

Certificação

Os concluintes que completarem o curso com, pelo menos, 75% de frequência nas aulas serão certificados pela Audio Description Associates LLC.

Responsabilidade social

A formação de áudio-descritores pela AUDIO DESCRIPTION LLC traz para o Brasil a capacitação dos profissionais áudio-descritores e consultores em áudio-descrição e insere Alagoas no circuito dos Estados que dispõem de profissionais da tradução visual (da áudio-descrição), abrindo novas perspectivas de mercado de trabalho também para as pessoas com deficiência visual.

A quem se destina

Este curso tem como público alvo os profissionais e estudantes das áreas de Educação e da Saúde, Recursos Humanos, Psicologia, Direito, Segurança e Medicina do Trabalho, Reabilitação, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, além de profissionais das áreas de Comunicação Visual e Eventos, tais como Jornalismo, Publicidade, Propaganda, Ilustração, Web Designer, Relações Públicas, e também os que se interessam por teatro, cinema, fotografia, televisão, vídeos e games.

Vagas

30 (trinta), sendo 20% reservadas para pessoas com deficiência.

CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA QUEM JÁ FEZ O CURSO IMAGENS QUE FALAM OU PARA QUEM QUER FAZER OS DOIS CURSOS
Pagamento à vista até o dia de início do curso R$ 442,00 (quatrocentos e quarenta reais)
Pagamento parcelado em três vezes 1 parcela de R$ 150,00 até o dia 20.09, a segunda de R$ 150,00 para 20.10 e a terceira de R$ 142,00 para 20.11 (cheques pré-datados).
Pagamento parcelado em duas vezes Entrada de R$ 221,00, até o dia 10.10 e mais R$ 221,00 para 10.11.2015 (cheque pré-datado).

Promoção

Empresa Brasileira de Acessibilidade, Comunicação, Educação e Inclusão (Embracei) e Instituto Guerreiros da Inclusão (IGI).

Apoio

Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos de Alagoas (Semudh), Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Alagoas (ABRH/AL) e Associados da Inclusão.

Mais informações
institutoguerreirosdainclusao@gmail.com – 82.9.9973-3380

Fonte: Instituto Guerreiros da Inclusão

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Audiodescrição no Maracanã: serviço começa em outubro

A experiência de ir a uma partida de futebol já fez parte do domingo de quase todo mundo pelo menos uma vez na vida. Agora, o Maracanã vai oferecer um serviço que se propõe a estender o o hábito àqueles que não podem ver o que acontece dentro de campo. A partir de outubro, os deficientes visuais poderão usufruir da narração audiodescritiva nos jogos do Campeonato Brasileiro no estádio. O modelo da narração audiodescritiva para o esporte foi desenvolvido primeiramente na Europa. A Áustria, por exemplo, já tem essa atividade para fórmula 1, vôlei, basquete e até o ski. A técnica consiste em uma tradução intersemiótica, ou seja, transformar algo visual em algo falado. Aqui no Brasil, tudo começou durante a Copa do Mundo, em 2014. A ONG URECE – Esporte e Cultura para Cegos foi a responsável pela iniciativa no ano passado e assume a implementação do serviço de audiodescrição no Maracanã, em uma parceria com a área de sustentabilidade do estádio.

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Cidades acessíveis: por quê as administrações municipais precisam investir?

Os dados do censo do IBGE mostram que o Brasil tinha 190,8 milhões de habitantes em 2010. Desses, 45,6 milhões tinham algum tipo de deficiência – visual, auditiva, motora ou mental/intelectual. Isso dá quase 24% da população. A deficiência visual apresentou a maior ocorrência, afetando 18,6% da população brasileira. Em segundo lugar está a deficiência motora, ocorrendo em 7% da população, seguida da deficiência auditiva, em 5,1%, e da deficiência mental ou intelectual, em 1,4%. Em 2000, eram 24,5 milhões de pessoas, que representavam 14,5% da população. Com 20 milhões de pessoas com deficiência a mais em 10 anos (ou que se identificaram dessa forma), é impossível pensar nas cidades sem pensar em políticas que facilitem a vida dessa parcela da população – e sem levar em conta cada tipo de deficiência. Leonardo Rossatto traça o retrato do problema e conta como ele pode ser amenizado. Se tudo der certo, no futuro próximo todos nós, com ou sem deficiência, viveremos em cidades acessíveis, e teremos muito a agradecer a cadeirantes, cegos e surdos.

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A dissertação de mestrado da audiodescritora Bell Machado

A sequência de imagens traz algumas das cenas mais fortes do cinema de Serguei Eisenstein: o massacre na escadaria de Odessa em O Encouraçado Potemkin. O filme é exibido para uma plateia de cegos. Um audiodescritor narra o que acontece na tela. Como descrever as imagens do terror vivido por uma multidão sendo metralhada? Ou o desespero de uma mãe que vê o filho baleado? Só há uma maneira de ser fiel à proposta do russo Eisenstein: contemplar, na audiodescrição, (abreviada por AD) a linguagem cinematográfica. Assim, em vez de dizer: "O menino ferido tomba. A mãe continua descendo. O menino grita ‘mãe’ com o sangue escorrendo pela testa. Ela se vira. Abre a boca apavorada ao ver o filho no chão. Ele chora e desmaia. Ela leva as mãos à cabeça, arregala os olhos", o audiodescritor prefere: "O menino ferido tomba. A mãe continua descendo. O menino grita ‘mãe’ com o sangue escorrendo pela testa. Ela se vira. Abre a boca apavorada ao ver o filho no chão. Ele chora e desmaia. Ela leva as mãos à cabeça, arregala os olhos e vem de encontro à câmera. A multidão corre desenfreada. Foco de pés pisoteando o corpo e a mão do menino que se contrai. Seu corpo rola e o peito é pisoteado diante do olhar de pavor da mãe".

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Lentes da Memória: exposição acessível pelo AudiFoto

Fotografias que ficaram guardadas por anos e objetos pessoais do fotógrafo amador Alberto de Sampaio (Rio de Janeiro, 1870) estarão expostos pela primeira vez na mostra Lentes da memória: a descoberta da fotografia de Alberto de Sampaio (1888-1930), no Instituto Tomie Ohtake, até 01 de novembro. Para os visitantes com deficiência visual total ou parcial, a exposição disponibilizará o recurso da audiodescrição produzida pela Cinema Falado Produção com coordenação de Graciela Pozzobon.

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Acessibilidade na Cultura: a batalha das pessoas com deficiência

Antes de achar a entrada, Michell caiu. Naquele dia, ele não queria usar bengala. Preferiu não perguntar onde estava o palco, o banheiro, o bar, o portão de saída do show de Los Hermanos, o primeiro ao qual foi sozinho. Vítima de glaucoma e com baixa visão, o estudante de comunicação social de 26 anos enfrenta dificuldades diárias de locomoção, mas a acessibilidade na cultura e lazer é um dos desafios com mais obstáculos. "A gente quer independência, e os espaços não dão condições. Não há filmes com audiodescrição, só em festivais. São poucas peças e poucas horas na TV", diz o representante da Associação de Cegos de Pernambuco no Conselho da Juventude e consultor da Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência (Sead).

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Oficina de audiodescrição: depoimento de quem participou

Estive em uma Oficina de Audiodescrição, em Porto Alegre, que além de recarregar as energias, pois lá reside meu filho e alguns amigos eternos, tive o prazer inigualável de conhecer o trabalho de duas pessoas maravilhosas: Kemi Oshiro e Mimi Aragón. Essas duas mulheres, podeROSAS como nós, desistiram de suas carreiras como jornalista e publicitária, para se dedicarem a fazer audiodescrição a pessoas com deficiência visual.

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AudiFoto: aplicativo de audiodescrição para espaços de exposições

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