Visita guiada com audiodescrição no cemitério unicipal de Curitiba

“Aqui temos uma entrada grande e alta, em formato de arco, ela é roxa. No topo temos um mural em que Jesus Cristo está representado de braços abertos. Nos murais ao lado temos a representação de dois anjos do Apocalipse tocando grandes trombetas. Há também nos murais laterais imagens de idosos e famílias, representando as almas que são recebidas no céu”. Essa foi a primeira das inúmeras descrições do Cemitério São Francisco de Paula, o Cemitério Municipal de Curitiba, feitas pela historiadora e pesquisadora Clarissa Grassi na manhã do último sábado (17). O motivo da fala detalhada era dos mais nobres: sete alunos do Instituto Paranaense de Cegos (IPC) e do Projeto Ver com as Mãos faziam parte do grupo de 47 pessoas que participaram da já tradicional visita guiada ao cemitério.

Cinema com audiodescrição para crianças cegas

Cerca de 15 adolescentes e crianças cegas entre 2 e 16 anos da Associação dos Deficientes visuais de Novo Hamburgo (Adevis-NH), participaram nesta tarde de uma sessão de cinema audiodescritiva. A atividade aconteceu no Salão de Atos do prédio Lilás da Universidade Feevale e foi realizada pelo Núcleo de Acessibilidade e Permanência (Nuap).

Projeto de lei pretende tornar audiodescrição obrigatória

O deputado Felipe Francischini (SD) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa que visa garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência visual aos projetos culturais patrocinados ou fomentados com verba pública estadual. “Meu objetivo é promover a participação social e a melhoria de vida dos cidadãos paranaenses portadores de deficiências visuais”, afirmou Francischini.

Dia da Animação 2015: terá mostra infantil e nacional com audiodescrição

O Dia da Animação (DIA), maior evento de cinema simultâneo do Brasil, chega a sua 12ª edição em mais de 200 cidades no Brasil e 40 países participantes. Ocorrido anualmente em 28 de outubro, a data é celebrada com sessões de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais. Entre os países que participam simultaneamente, estão França, Portugal, Índia, Polônia, Rússia, Hungria, Israel, Egito, Suécia, Canadá e Estados Unidos.

Ouvir e Tocar: mostra cultural promovida pelo CAPDV de Campo Grande

O CAPDV de Campo Grande /MS, sob a coordenação de Cândida Abes aluna concluinte do primeiro Curso de Pós-Graduação em Audiodescrição da Universidade Federal de Juiz de Fora apresenta a I Mostra Cultural “Ouvir e Tocar ” , que acontecerá no dia 22/10/2015 a partir das 13 horas na rua da Paz, 214 Jardim dos Estados. O Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual CAP DV/MS é vinculado à Secretaria de Estado de Educação SED/MS.

Curso de audiodescrição com Joel Snyder, em São Paulo

IMAGENS QUE FALAM e o PROJETO UM NOVO JEITO DE OLHAR têm a satisfação de trazer para São Paulo o internacionalmente conhecido Ph.D. em Áudio-descrição, Joel Snyder, que ministrará o Curso de formação de Áudio-descritores e Consultores em Áudio-descrição pela Audio Description Associates LLC (USA). Será uma oportunidade imperdível para alcançar a certificação internacional com um dos mais antigos áudio-descritores, que hoje atua e forma áudio-descritores em todo o mundo. Para tanto, os participantes deverão alcançar pelo menos 75% de frequência nas aulas. O curso contará com tradução simultânea.

Juiz de Fora e Viçosa oferecem minicurso e oficina de audiodescrição

A luta pela acessibilidade ganhou mais duas guerreiras: Kelly Scoralick e Patrícia Almeida. A dupla se conheceu no primeiro curso de Especialização em Audiodescrição do Brasil, promovido pela Secretaria de Defesa da Pessoa com Deficiência e que teve o suporte da Universidade Federal de Juiz de Fora, através do NGIME (Núcleo do Grupo de Pesquisa em Inclusão, Movimento e Ensino a Distância). Mestres e Doutores de todo o país ministraram as aulas, que trouxeram para a turma os conceitos do recurso da Audiodescrição assim como sua aplicabilidade. E não são apenas elas: Alunos do curso de Especialização em Audiodescrição já começam a fazer a diferença na sociedade.

Facebook quer tornar imagens acessíveis para cegos

Cerca de 1,5 bilhão de pessoas no mundo se conectam através do Facebook, mas deficientes visuais podem encontrar dificuldades para acessarem a plataforma. Pensando nisso, a rede social está procurando meios de atuar com essas pessoas através da sua equipe de acessibilidade.

Com criatividade e recursos de acessibilidade, teatros expandem seu público

Atualmente, é possível acomodar em um mesmo espetáculo um público de surdos, que acompanha uma peça com tradução em Libras (Linguagem Brasileira de Sinais), e de deficientes visuais, conectados ao recurso de audiodescrição. O Teatro Vivo, em São Paulo, foi pioneiro no Brasil a usar recursos de acessibilidade para os espectadores com deficiência visual ou auditiva. Ao disponibilizar esses recursos, o teatro conseguiu atrair um novo público até então culturalmente marginalizado: o das pessoas com deficiência.

É Proibido Miar: com audiodescrição e língua de sinais

Um movimento crescente tem levado artistas do palco a utilizar recursos de acessibilidade, como audiodescrição (relato do que se passa em cena para espectadores com deficiência visual) e interpretação em Libras (a língua de sinais para entendimento dos espectadores surdos). Mas os criadores da peça infantil É Proibido Miar, que estreou na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre, resolveram radicalizar: incorporaram esses recursos na própria dramaturgia. São os atores que descrevem o que se passa em cena e realizam a interpretação em Libras, tudo isso enquanto atuam.