Audiodescrição: Práticas e Reflexões

O livro Audiodescrição: Práticas e Reflexões nasce do desejo e da necessidade de observarmos o estado da arte da audiodescrição (AD) no Brasil. “Audiodescrição: práticas e reflexões” reúne trabalhos e discussões de pesquisadores e profissionais da área. A coletânea mostra a importância da AD em nossa sociedade e como ela vem sendo trabalhada no país.

Capa do livro Audiodescrição: Práticas e Reflexões
PraCegoVer: capa do livro Audiodescrição: Práticas e Reflexões.

A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que traduz o visual em verbal, ampliando o entendimento das pessoas com deficiência visual, garantindo a inclusão dos cegos na educação, no entretenimento, no lazer, na comunicação e na informação. Conforme a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, “toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades como as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação”. Dessa forma, este recurso se insere como um meio de promover e assegurar a inclusão dos cegos.

Apesar da grande expansão, o recurso ainda está em desenvolvimento no Brasil. Assim, o objetivo do livro Audiodescrição: Práticas e Reflexões é mostrar o que está sendo produzido em termos de AD no país e é destinado a pesquisadores e audiodescritores.

Audiodescrição: Práticas e Reflexões é dividida em 9 capítulos:

O primeiro artigo é de autoria de Felipe Leão Mianes, que versou sobre o trabalho e a importância do consultor em audiodescrição. O segundo é de Juarez Nunes de Oliveira Júnior e Pedro Henrique Lima Praxedes Filho, que trouxeram a discussão da AD em roteiros de filmes de curta-metragem. Melina Cardoso de Paula Braghirolli pesquisou sobre a AD nas charges políticas da Folha de S. Paulo. O quarto texto é de Letícia Schwartz, que discute o humor na AD em filmes de comédia.

Já no capítulo cinco, Patrícia Gomes de Almeida relata a sua experiência em realizar uma videoinstalação com AD. Mônica Magnani Monte discute, em seu artigo, os efeitos da edição sobre os filmes audiodescritos exibidos na televisão. A AD na escola é tema da próxima pesquisa, proposta por Lísia Regina Ferreira Michels e Mara Cristina Fortuna da Silva. Em seguida, Daiana Stockey Carpes e Demétrio de Azeredo Soster relatam a inclusão da AD no jornalismo laboratorial.

O último capítulo é de autoria de Janine da Mota Rosa e Marco Antonio Bonito, que contam como inseriram a audiodescrição jornalística no Museu Jango.

Audiodescrição: Práticas e Reflexões: palavra da organizadora:

O leitor terá condições de conhecer e aplicar seus conhecimentos do recurso de forma prática e abrangente.

Meus agradecimentos aos coautores deste livro e todos aqueles que, de alguma forma, tornaram este sonho possível. Desejo uma excelente leitura!

Daiana Stockey Carpes – jornalista, mestranda em Letras pela Onisc, organizadora do livro Audiodescrição: Práticas e Reflexões.

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