Termo de Recomendações de acessibilidade para exibidores e distribuidores de cinema

No segundo semestre de 2016, a ANCINE instalou uma Câmara Técnica com a participação de representantes dos segmentos de distribuição e exibição para acompanhar a implementação e validar as tecnologias de provimento dos recursos de acessibilidade visual e auditiva nas salas de cinema brasileiras. Os trabalhos foram concluídos este mês, com a publicação de um Termo de Recomendações que estabelece os parâmetros mínimos a serem observados para a distribuição e exibição de conteúdo acessível nas salas de exibição. O documento apresenta especificações técnicas recomendadas a empresas distribuidoras, exibidoras e provedoras de soluções de acessibilidade determinando um padrão a ser seguido no provimento dos serviços de acessibilidade auditiva e visual.

Câmara Técnica da Ancine finaliza regulamentação para acessibilidade em salas de cinema

A Ancine e o setor decidiram quais vão ser os tipos de arquivos com audiodescrição (para cegos) e Libras (para surdos) que vão acompanhar as cópias entregues às salas. "Vamos fornecer um tablet com película que não dá reflexo. Cada usuário vai sentar onde quiser. Se vai incomodar os vizinhos, não sabemos", diz Luiz Severiano, presidente da rede Kinoplex.

Encontro (Inter)Nacional de Audiodescrição: o Audiodescritor e as Demandas do Mercado de Ttrabalho

O 3º Encontro InterNacional de Audiodescrição: o Audiodescritor e as Demandas do Mercado de Ttrabalho vai discutir as diversas funções do audiodescritor no mercado de trabalho e as demandas dos vários setores que envolvem a atuação do audiodescritor, roteirista, narrador ou consultor. Visa também aprofundar a troca de conhecimentos sobre o saber fazer dos profissionais para buscar diminuir os impedimentos que criam barreiras para o exercício da profissão.

Festival Internacional de Mágica com audiodescrição para a garotada

Um festival que pretende devolver aos mágicos as “luzes da ribalta”, promovendo um encontro entre ilusionistas de várias partes do planeta. De um sonho partilhado pelo mágico pernambucano Rapha Santacruz e sua parceira e produtora Christianne Galdino, surgiu um evento de mágica para encantar os mais diversos públicos. Um festival que só ganhou formas grandiosas por causa da parceria incondicional de Carla Navarro. Juntos, reunimos uma turma do bem e construímos cada detalhe desta programação para celebrar o encontro no mais amplo sentido do termo. São mais de cinco dias de atividades, em que os artistas participantes, se revezam entre apresentações nos palcos e nas ruas; conferências; oficinas e as mais variadas intervenções de mágica. O “encontro” aqui aparece também como norteador da curadoria- formada pelos mágicos Henry Vargas (MG), Vik (SP), e pelo próprio diretor do festival, Rapha Santacruz (PE)- que priorizou artistas com propostas inovadoras, que flertam com dança, teatro, humor e outras linguagens artísticas. O Festival Internacional de Mágica (FIM) chegou para ampliar a plateia da arte mágica em Pernambuco, ir além do estereótipo do mágico como animador de festas infantis e mostrar que o ilusionismo tem vários formatos, estilos diversos; e é uma excelente atração para todas as idades e gostos. O FIM celebra o encontro, de gerações, das artes e dos públicos, trazendo a integração como meta e a intensidade como marca registrada. No FIM, a mágica acontece! Bem vindos ao mundo do ilusionismo e tenham todos um mágico festival!

Debate online: Acessibilidade no Mercado Cultural

Na próxima terça-feira, dia 14 de março, às 18h, o site do projeto Diversidade na Rua, da empresa Mercur, realizará o debate online, Acessibilidade no Mercado Cultural, aberto ao público sobre os diversos desafios e possibilidades do mercado cultural e acessibilidade desses espaços.

Carnavais acessíveis em Olinda e São Paulo

Carnavais acessíveis que foram destaque em 2017: para acolher pessoas com deficiência, a estratégia da Prefeitura de Olinda – como a do Recife – foi criar camarotes de acessibilidade, que funcionam com capacidade para receber 100 pessoas por dia. Localizado na Praça do Carmo, seu objetivo foi acolher tanto pessoas com deficiências físicas como mentais. A estrutura incluía audiodescrição, intérprete de libras e facilitadores de acessibilidade, como rampas de acesso e corrimões. Já em São Paulo, no desfile das escolas de samba no sambódromo do Anhembi, cegos e surdos puderam acompanhar melhor a festa. A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência ofereceu os recursos da audiodescrição e Lingua Brasileira de Sinais para cegos e surdos que compareceram aos desfiles.