Postagens do assunto: Depoimentos

Cegos e Imagens – um depoimento de André Carioca

Hoje falarei sobre um assunto interessante. Cegos e imagens. Não, eu não fiquei louco e não vou começar a citar aqui todas as imagens que eu não vi até hoje, mas existe uma questão que intriga várias pessoas que enxergam e, inclusive, é uma bandeira levantada por alguns cegos.

Premier acessível de Uma Luz Sobre o Livro Negro

Ontem fui à première do Zwartboek, O Livro Negro título em português, filme passado na Holanda na 2a Guerra Mundial, do diretor holandês Paul Verhoeven, que acumula sucessos como Instinto Selvagem e Robocop.

Cristiana comenta o Festival CINESESC

Meu final de semana foi mais alegre e movimentado com os três filmes que assisti no CineSesc e com a interessante exposição tátil de filmes brasileiros antigos que também pode ser visitada neste local.

CINESESC: uma exposição prá lá de acessível

Conforme já divulguei aqui no Blog da Audiodescrição, além da exibição dos 36 filmes selecionados para o Festival dos Melhores Filmes, todos com audiodescrição e open caption em todas as apresentações, o CINESESC também está apresentando uma exposição pra lá de acessível de fotos de cenas de filmes brasileiros que marcaram época.

Carnaval, eu também quero

Escolhi este tema para inaugurar o blog porque a audiodescrição faz o mundo das pessoas cegas muito mais informativo e colorido.
Apontado por muitos como um dos maiores espetáculos da Terra, o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro encantou mais uma vez os milhões de telespectadores que puderam acompanhar em cada detalhe a passagem das 12 agremiações do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí.

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência – por Claudia Cotes

Dia 03 de dezembro…

Quantas mudanças ainda precisam ser feitas.

Mas vejo um caminho com maior esperança.
Inclusão já não é um bicho de sete cabeças.
Falam sobre diferentes assuntos.
Parece que o homem atual busca melhorias sociais, em várias áreas.
Que bom!

Um cego diante da TV

No dia internacional do tédio, pleno domingão, assento-me diante da máquina de fazer loucos, a televisão, e me deparo com um nada existencial repleto. Pego o controle remoto e começo uma jornada, buscando a alma perdida em qualquer coisa, mas o nada persiste, botão a botão, nada de conteúdo, nada de inteligência, apenas uma onda de risinhos: "Veja isto aqui, olhe aquilo ali".